Bordando e tricotando com muito amor...
Jesus Cristo é a minha rocha, e a minha família esta firmado nela
sábado, 8 de maio de 2010
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Pulseiras coloridas....cuidado
sexta-feira, 04 de dezembro de 2009
Atenção pais! Pulseiras coloridas de silicone fazem parte de jogo erótico
As coloridas pulseiras de silicone, agora promovidas como “as pulseiras do sexo”, chamaram a atenção desde que foi descoberto o jogo criado em colégios da Inglaterra, principalmente porque vêm sendo muito usadas, no Brasil, por inocentes crianças e adolescentes, que muitas vezes não sabem da existência deste jogo.
Usando uma pulseira de determinada cor, a menina indica até onde quer ir nos carinhos ou até mesmo na atividade sexual. Confira a relação de cores e seus significados:
Branca - menina escolhe o que quer fazer
Amarela – abraço no rapaz
Laranja – significa uma “dentadinha do amor”
Roxa – beijo com língua (possível sexo)
Rosa – a menina tem que mostrar os seios
Vermelha – tem que fazer uma lap dance (dança erótica)
Azul – menina tem que fazer sexo oral
Verdes – chupões no pescoço
Preta – fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira
Dourada – fazer todos citados acima
Atenção pais! Pulseiras coloridas de silicone fazem parte de jogo erótico
As coloridas pulseiras de silicone, agora promovidas como “as pulseiras do sexo”, chamaram a atenção desde que foi descoberto o jogo criado em colégios da Inglaterra, principalmente porque vêm sendo muito usadas, no Brasil, por inocentes crianças e adolescentes, que muitas vezes não sabem da existência deste jogo.
Usando uma pulseira de determinada cor, a menina indica até onde quer ir nos carinhos ou até mesmo na atividade sexual. Confira a relação de cores e seus significados:
Branca - menina escolhe o que quer fazer
Amarela – abraço no rapaz
Laranja – significa uma “dentadinha do amor”
Roxa – beijo com língua (possível sexo)
Rosa – a menina tem que mostrar os seios
Vermelha – tem que fazer uma lap dance (dança erótica)
Azul – menina tem que fazer sexo oral
Verdes – chupões no pescoço
Preta – fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira
Dourada – fazer todos citados acima
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
APEC
Aliança Pró Evangelização das Crianças
Você ja parou para pensar como anda o Espiritual de nossas crianças? Isso mesmo, o Espiritual.
Há 10anos atrás, não se ouvia falar tanto sobre crianças tão maltradas, e o pior sendo "mortas".
Muitas destas crianças, já nascem com diversos problemas na famíla, como : alcolismo, drogas, pedofilía, etc.
E nós precisamos fazer algo por elas. Criança, vira adolescente , que vira jivem e que se torna adulto...
A palavra de Deus diz: "deixa vir a mim todos os pequeninos desta terra, por que eles herdarão o reino dos céus."
Estou aqui comentando algo que tem acontecido em minha vida de muito maravilhoso.
Sabado ( 07/11), estive ali na Igreja Ass. Deus, no Imirim, faz\endo um curso da APEC, aonde eles nos mostram como evangelizar as nossas crianças e a importancia delas em aceitar Jesus Cristo.
Ouvimos varios testemunhos de crianças com problemas que citei acima, e que hoje são homens e mulheres de Deus, fazendo a obra, e pregando aquilo que foi pregado a eles um dia, que Jesus Salva, Cura e batiza no Espitiro Santo.
Voce que visita este blog. conheça a APEC: www.apec.com.br.
Este é um trabalho totalmente para crianças.
Que Jesus os abençoe.
Gilmara
Você ja parou para pensar como anda o Espiritual de nossas crianças? Isso mesmo, o Espiritual.
Há 10anos atrás, não se ouvia falar tanto sobre crianças tão maltradas, e o pior sendo "mortas".
Muitas destas crianças, já nascem com diversos problemas na famíla, como : alcolismo, drogas, pedofilía, etc.
E nós precisamos fazer algo por elas. Criança, vira adolescente , que vira jivem e que se torna adulto...
A palavra de Deus diz: "deixa vir a mim todos os pequeninos desta terra, por que eles herdarão o reino dos céus."
Estou aqui comentando algo que tem acontecido em minha vida de muito maravilhoso.
Sabado ( 07/11), estive ali na Igreja Ass. Deus, no Imirim, faz\endo um curso da APEC, aonde eles nos mostram como evangelizar as nossas crianças e a importancia delas em aceitar Jesus Cristo.
Ouvimos varios testemunhos de crianças com problemas que citei acima, e que hoje são homens e mulheres de Deus, fazendo a obra, e pregando aquilo que foi pregado a eles um dia, que Jesus Salva, Cura e batiza no Espitiro Santo.
Voce que visita este blog. conheça a APEC: www.apec.com.br.
Este é um trabalho totalmente para crianças.
Que Jesus os abençoe.
Gilmara
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Tricô agora é teen
28/09/2009 - 09h07
Tricô vira hobby de adolescentes; nos EUA, 6 milhões de teens agulham
Publicidade
CHICO FELITTI
da Folha de S.Paulo
"Essa coisa retrô de tricotar tá voltando, né?", se pergunta Cássia da Silva, 15, que começou no hobby ensinada pelas amigas da vovó, há seis anos.
A volta é certa, pelo menos nos EUA: 6 milhões de teens americanos tricotam ou fazem crochê regularmente, aponta o livro "Microtrends: the Small Forces Behind Tomorrow Big Changes" (Microtendências: as pequenas forças por trás das grandes mudanças de amanhã).
Não há números dos fiandeiros por aqui, mas não é nada difícil encontrar teens que mandam bem com as agulhas, como Juliana Yamamoto, 14.
Filipe Redondo, Juliana Yamamoto, 14, aprendeu a fazer tricô quando tinha oito anos de idade, em aulas de formação humana que teve na escola
Ela aprendeu o ofício na escola, aos oito anos de idade. "Eram aulas de formação humana, em que a gente aprendia com uma velhinha o que podia fazer na vida... além de tricô."
A garota levou o dever para casa, onde fez dois cachecóis com o ponto mais simples (que "você só não faz", classifica ela, "se for muito descoordenado").
Enquanto Juliana acha a atividade relaxante e para na construção mais fácil, Cássia aprendeu com as velhinhas os pontos toalha, russo e cheio.
As prendas podem servir para ganhar uma grana, acredita Cássia."Vejo por festas de 15 anos. Se eu soubesse fazer [vestidos], ia ser tão mais barato!"
A menina diz que só não tricota para fora porque ainda lhe falta prática. E porque o tricô disputa o tempo livre com a televisão e com a internet -sai perdendo, no mais das vezes.
No seu quadrado
Mas nem sempre a tradição é inimiga da tecnologia. Thalita Chargel, 24, trouxe o arcaico para sua vida "googleando" vídeos tutoriais de tricô.
"Não tem muita coisa de lã pra vender em Maceió, de tão quente que é. E eu queria uma touca com cara de gato."
Duas semanas de aulas pela internet depois, ela já sabia fazer quadrados de tecido -que, costurados, fazem cachecóis.
Mas parou no retângulo, sem nunca chegar à touquinha que queria. "É uma atividade relaxante, mas como é difícil!"
O tricô de Thalita pode ser enrolado, mas não tanto quanto é para Carlos Mendes, 17.
Criado pelo pai "ex-hippie" em Itu (SP), Carlos aprendeu seu ponto, que chama de "malcriado", aos 12 anos. "Eu era hiperativo e precisava sossegar."
Agora, quem não tem sossego são os amigos do colégio. "Quando dizem que é coisa de mulher e de velha, logo mando um "vai tricotar, velho!"."
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Tricô vira hobby de adolescentes; nos EUA, 6 milhões de teens agulham
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CHICO FELITTI
da Folha de S.Paulo
"Essa coisa retrô de tricotar tá voltando, né?", se pergunta Cássia da Silva, 15, que começou no hobby ensinada pelas amigas da vovó, há seis anos.
A volta é certa, pelo menos nos EUA: 6 milhões de teens americanos tricotam ou fazem crochê regularmente, aponta o livro "Microtrends: the Small Forces Behind Tomorrow Big Changes" (Microtendências: as pequenas forças por trás das grandes mudanças de amanhã).
Não há números dos fiandeiros por aqui, mas não é nada difícil encontrar teens que mandam bem com as agulhas, como Juliana Yamamoto, 14.
Filipe Redondo, Juliana Yamamoto, 14, aprendeu a fazer tricô quando tinha oito anos de idade, em aulas de formação humana que teve na escola
Ela aprendeu o ofício na escola, aos oito anos de idade. "Eram aulas de formação humana, em que a gente aprendia com uma velhinha o que podia fazer na vida... além de tricô."
A garota levou o dever para casa, onde fez dois cachecóis com o ponto mais simples (que "você só não faz", classifica ela, "se for muito descoordenado").
Enquanto Juliana acha a atividade relaxante e para na construção mais fácil, Cássia aprendeu com as velhinhas os pontos toalha, russo e cheio.
As prendas podem servir para ganhar uma grana, acredita Cássia."Vejo por festas de 15 anos. Se eu soubesse fazer [vestidos], ia ser tão mais barato!"
A menina diz que só não tricota para fora porque ainda lhe falta prática. E porque o tricô disputa o tempo livre com a televisão e com a internet -sai perdendo, no mais das vezes.
No seu quadrado
Mas nem sempre a tradição é inimiga da tecnologia. Thalita Chargel, 24, trouxe o arcaico para sua vida "googleando" vídeos tutoriais de tricô.
"Não tem muita coisa de lã pra vender em Maceió, de tão quente que é. E eu queria uma touca com cara de gato."
Duas semanas de aulas pela internet depois, ela já sabia fazer quadrados de tecido -que, costurados, fazem cachecóis.
Mas parou no retângulo, sem nunca chegar à touquinha que queria. "É uma atividade relaxante, mas como é difícil!"
O tricô de Thalita pode ser enrolado, mas não tanto quanto é para Carlos Mendes, 17.
Criado pelo pai "ex-hippie" em Itu (SP), Carlos aprendeu seu ponto, que chama de "malcriado", aos 12 anos. "Eu era hiperativo e precisava sossegar."
Agora, quem não tem sossego são os amigos do colégio. "Quando dizem que é coisa de mulher e de velha, logo mando um "vai tricotar, velho!"."
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